Saudações caros amigos. Para iniciar esta coluna lançarei mão de uma citação do notável Peter Drucker: "A questão central para as organizações modernas é ser capaz de usar o conhecimento para criar novos produtos e serviços." Está evidente que o pai da administração moderna (como ficou popularmente conhecido) nos chama atenção para a palavra conhecimento e seu valor dentro das organizações.
Convencionou-se pela maioria dos escritores e estudiosos da área de administração chamar este conhecimento de “Capital Intelectual”. O nome pode ter mudado mas sua importância para as organizações se mantém. E não é difícil entender o motivo de tanta importância do Capital Intelectual para as organizações.
Com o advento da globalização, as empresas passaram a compartilhar praticamente os mesmos recursos: as mesmas matérias-primas, as mesmas máquinas/equipamentos, os mesmos fornecedores etc. O que passou a diferenciar uma empresa de suas concorrentes então? Pois bem, este diferencial passou a ser o Capital Intelectual.
Não seria exagero se eu dissesse que o Capital Intelectual representa mais do que um diferencial, mas uma vantagem competitiva! Há empresas que contratam colaboradores a peso de ouro pois estes colaboradores detém algum tipo de conhecimento, habilidade ou know-how da qual a empresa necessita e isso – indubitavelmente – vale mais do que qualquer ativo que a empresa possui.
Do ponto de vista dos colaboradores, é preciso que estes estejam cientes que são os principais responsáveis pelo sucesso (ou não) da empresa. Assim, os colaboradores sempre devem buscar capacitação profissional e inovação.
Sucesso e até a próxima.
Paulo Henrique Segato
- Graduado em Sistema de Informação (Fatec-Sorocaba);
- Graduado em Gestão de Recursos Humanos (Ceunsp-Salto);
- Educador da Associação Monte Carmelo onde ministra treinameto de jovens para o mercado de trabalho.